Perguntas Frequentes
Quando devo procurar ajuda?
Geralmente quando há intenso sofrimento emocional, para entender melhor o que está acontecendo e como lidar com essas emoções. Crises de ansiedade e depressão por exemplo, indicam a necessidade de ajuda profissional.
Porém, é importante lembrar que a psicoterapia não precisa ser um processo apenas para quem está com esses ou outros sintomas mais graves, ou seja, procurar ajuda psicológica vai além do tratamento dos desajustes sociais e transtornos mentais. Qualquer pessoa pode se beneficiar desse processo.
Por exemplo, estar insatisfeito com o seu estilo de vida; perceber que ao longo dos anos algumas frustrações vem tomando espaço demais; uma vida sem
sentido e propósito; comportamentos e pensamentos que lhe incomodam no dia a dia, e, você evita confrontar-se; superar a timidez, aprender a gerenciar o estresse ou a lidar melhor com situações pontuais, como o luto, perda de um emprego ou um divórcio; ou até mesmo desenvolver habilidades e Competências; são motivos suficientes para buscar maior entendimento de si, em um trabalho psicológico.
Quantas sessões para começar a ver os resultados ?
Quanto aos resultados é impossível fazer uma previsão geral para todos os casos, já que cada caso é único e singular.
Entretanto, podemos ressaltar que o tratamento traz ao cliente, ao longo da psicoterapia, uma maior possibilidade de reflexão, flexibilidade na forma de pensar e maior conscientização em relação a si e a sua própria vida, encontrando recursos em si próprio para dar conta da realidade e das suas angústias, podendo viver de forma mais livre e criativa.
O que é mais importante, para que haja resultado, é que você se identifique com a forma de trabalho.
Tanto que a relação terapêutica é o que mais influencia o resultado da terapia, mais até do que a forma como o psicólogo trabalha.
Não me agrada a ideia de nicho em Psicologia, embora entenda que muitos colegas se dediquem a um tipo de sintomatologia/sofrimento.
Para fins de Marketing é justificável você se divulgar especialista em nichos de “sofrimentos” e “sintomas”.
Porém, tenho um posicionamento diferente quanto a essa necessidade de nichar o sofrimento, pois na “história da loucura” e no surgimento da ideia de “doença mental”, reside esse “viés pejorativo” que ir ao psicólogo(a) é coisa de gente louca. Não que não haja sofrimento, mas que isso não precise ser motivo de vergonha, e muito menos entendido como algo errado, embora disfuncional e que indica a necessidade de ajuda.
Cada cliente que recebo tem uma história, e trabalho o sofrimento que advém desses sentimentos, pensamentos e comportamentos dentro desse contexto de singularidade.
Me sinto mais confortável sendo referência de escuta e acolhimento de pessoas e suas demandas de sofrimento ou desenvolvimento, com suas histórias particulares e seus respectivos sofrimentos psíquicos.
Esse posicionamento advém da minha experiência na área, de estudos, conhecimentos teóricos, e, das minhas experiências de vida; mas, principalmente pela responsabilidade Ética que representa meu trabalho como Psicóloga, ou seja, como eu dissemino a ideia do sofrimento humano.
Dessa forma, ofereço a minha disponibilidade em escutar e acolher a história de cada cliente, com seus sofrimentos e deleites, sempre singulares, tanto quanto serão as resoluções de cada caso, em cada processo psicoterápico.


